O Movimento Renascentista

O Movimento Renascentista

Os valores humanistas estimulavam a curiosidade intelectual, o espírito de iniciativa, o desejo de aventuras e de exploração do mundo. O movimento cultural que marcou essa transformação da mentalidade européia foi chamado de Renascimento ou Renascença (séculos XV e XVI), nome que tem origem na vontade de muitos intelectuais e artistas de recuperar ou retomar a cultura greco-romana no início da época moderna. Os expoentes do Renascimento consideravam-se “herdeiros” das concepções clássicas (greco-romanas), das quais queriam fazer “renascer” algumas formas e conteúdos. Apesar da admiração pelo passado clássico grego e romano, o Renascimento não era um simples retorno à Antigüidade. Afinal, nenhuma cultura renasce fora de seu tempo, e quase todos os grandes renascentistas estavam profundamente marcados pelo cristianismo, ainda que desejassem transformá-lo. Produção cultural urbana O Renascimento foi um movimento cultural urbano que atingiu a elite das cidades prósperas. Caracterizou-se não apenas pela mudança na qualidade da obra intelectual, mas também pelo aumento na quantidade da produção cultural. Entre os fatores que influenciaram esse crescimento quantitativo destacam-se:

• Desenvolvimento da imprensa – o alemão Johann Gutenberg (1400-1468) desenvolveu o processo de impressão com tipos móveis de metais, o que representou um grande passo para a divulgação da literatura em maior escala. Surgiram vários impressores, que, através da publicação de obras, passaram a divulgar os ideais humanistas do Renascimento.

• Ação dos mecenas – algumas pessoas ricas estimularam e patrocinaram o trabalho de artistas e intelectuais renascentistas. Entre essas pessoas, conhecidas como mecenas, encontravam-se banqueiros, monarcas e papas.



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