Guerras Greco-Pérsicas (Resumo)

Guerras Greco-Pérsicas

A ascensão econômica e cultural da Grécia provocou disputas por rotas comerciais, mercados e matérias-primas entre gregos e persas. Essa é uma das razões do longo conflito (499- 475 a.C.) conhecido como Guerras GrecoPérsicas ou Guerras Médicas. As Guerras Greco-Pérsicas acabaram promovendo a solidariedade entre os gregos, que, nesse período, reforçaram a percepção de sua identidade cultural, contrastando-a com a dos persas. Sob a liderança de atenienses e espartanos, os cidadãos de outras pólis gregas uniramse e, somando esforços, conseguiram deter a invasão persa.
Nessa vitória, os atenienses tiveram papel de destaque. Ao final das guerras, Atenas tornou-se a cidade grega mais poderosa, tanto militar quanto economicamente. Era intenso o comércio que os atenienses realizavam com diversas cidades, utilizando principalmente o transporte marítimo.


Os navios atenienses, com aproximadamente vinte homens, saíam carregados de figos secos, lã, prata, mármore, armas, objetos de cerâmica, vasos com azeite e vinho. Na volta traziam alimentos (trigo, peixe seco, carne salgada, queijo e frutas), matérias-primas (ferro, cobre, madeira, marfim, peles, linho), produtos manufaturados (telhas de Corinto, camas de Quis, tapetes da Pérsia, roupas simples de Mégara, tecidos finos do Egito, perfumes da Arábia).

 



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