História do Câncer de Pâncreas

1. Etiologia: O cigarro é o carginógeno mais claramente identificado no câncer de pâncreas, consumo excessivo de carne, café e álcool. Mais comumente comum no sexo masculino. Noventa e cinco por cento dos cânceres que comprometem o pâncreas originam-se na glândula exócrina.

O adenocarcinoma ductal é rensponsável por 80% de todos os cânceres pancreáticos. A maioria dos carcinomas acomete a região proximal da glândula, que inclui, cabeça, colo e processo uncinado do pâncreas, 20% ocorrem no corpo do pâncreas e 5-10% na cauda.

2. Metástase: A invasão dos órgãos adjacentes pelos tumores pancreáticos é comum, esses órgãos incluem grandes vasos, duodeno, estômago, ducto biliar,
retroperitônio, baço, rim e cólon. As metástases a distância são mais comuns no fígado, pulmão, osso, cérebro.

3. Manifestações clínicas: As manifestações são as seguintes: perda de peso, dor abdominal, anorexia, náuseas, vômitos, diarréia, icterícia, fígado palpável,
desconforto abdominal, massa abdominal e ascite.

4. Diagnóstico:
É diagnosticado pelos exames: ultra-sonografia, tomografia, colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPER), angiografia e biópsia.

5. Tratamento:

a) Cirurgia:
A maioria dos cânceres ocorre na cabeça do pâncreas. Pacientes que necessitam de ressecção cirúrgica são submetidos á pancreatoduodenectomia (ressecção da região distal do estômago, da vesícula, do colédoco, cabeça do pâncreas, duodeno, e jejuno superior) ou á pancreatectomia total (retirada do corpo e da cauda do pâncreas e do baço e uma linfadenectomia regional). As complicações incluem hemorragia, trombose, infecção, e retenção gástrica.

b) Quimioterapia: As células cancerosas pancreáticas são relativamente resistentes à quimioterapia; 5-FU e mitomicina-C são os agentes que obtêm isoladamente maior resposta, mas atualmente vêm sendo usadas combinações com melhores respostas. Estas incluem estreptozotocinas, mitomicina-C e 5-FU; 5-FU, doxorrubicina e mitomicina-C.

c) Radioterapia: O uso de radioterapia é restrito por sua proximidade com estruturas que restringem a dose, como rins, intestino, fígado e medula espinhal.

O câncer de pâncreas é uma doença difícil e tipicamente fatal. Relativamente pouco é conhecido sobre sua etiologia, e a sobrevida permanece baixa. Na maioria dos pacientes a apresentação ocorre em estágios avançados, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. A observação de ocorrência familiar do câncer de pâncreas em certas síndromes tumorais hereditárias aponta para uma predisposição genética. Entretanto, muitos mecanismos que resultam no câncer pancreático familiar são desconhecidos.

O câncer de pâncreas é uma doença altamente agressiva, com índices de mortalidade elevada e incidência crescente. O tratamento cirúrgico é a única possibilidade de cura. Entretanto, como a doença costuma se apresentar em um estágio avançado, a maioria dos pacientes não pode ser considerada apta a cirurgia. Entretanto, nas últimas décadas, considerável progresso foi obtido em relação a etiologia, diagnóstico, e tratamento desse tipo de câncer. Apesar de muitos avanços, existe muito ainda a apreender sobre o câncer de pâncreas. Relatos de casos na literatura sugerem que alguns tumores de pâncreas podem ter um componente hereditário em sua ocorrência. Esses casos familiares, embora relativamente raros, proporcionam uma oportunidade sem igual para estudar a etiologia do câncer de pâncreas, e podem, consequentemente, ajudar no planejamento de novas estratégias para a detecção precoce e tratamento efetivo deste tipo de câncer.

Conheça um pouco mais a respeito desta doença, através do site do instituto nacional de câncer onde você poderá ficar muito bem informado a respeito de toda a doença. Clique e leia.
LINK DA HISTÓRIA


About Diamond